Tuesday, 17 April 2007

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21abril(Sábado)
22h30Auditório
B3stiário

CALHAU! João Alves Von Calhauism e Marta Ângela Von Calhauism trabalham juntos desde Abril de 2006, tendo usado denominações para o seu duo como Electrocutatus Santificatis Rudimentarum Extremis Electrocutatus Santificatus Rudimentarus Extremis Electrocutatum Santificatum Rudimentarum Extremis, Calhau! e outros nomes perdidos no tempo sempre mutável... fundadores da editora Calhau Records e editores de Estúfides 3500 a.c. ... são os secretivos teóricos por detrás do Calhauismo: um monólito de sabedoria acidentada sendo que as suas origens remontam à bruxaria verde, operações operadas pelo acaso, ficção-científica psicadélica, metavisões patafísicas e outras forças sobrenaturais calhauistas.

www.myspace.com/calhau

MANTA ROTA Tradução indirecta do francês Ensemble Freak, é um sexteto de improvisação comunal. Proveniente de tradições, em iguais partes conscientes e inconscientes neste núcleo de músicos, de improvisação colectiva, casos dos Amon Düül, No-Neck Blues Band, ou dos Red Krayola, de «Parable Of Arable Land», acabam por ser a primeira real manifestação local de um sintoma que se começa a registar pelo Ocidente ligado às músicas livres do séc. XXI. Dos Estados Unidos (com Sunburned Hand of the Man ou Wooden Wand & The Vanishing Voice), à Finlânia (com Kemialiset Ystävät ou Avarus) ou à Austrália (Castings), desponta uma primeira geração – pelo número – em movimentações improváveis, de dinâmicas que vão para lá de banda, e regressam a comunalismos improvisados, informadas por décadas de música livre. Não são como as improvisações de grupo de Alan Silva para a BYG/Actuel, mas também; não são um «drum circle» hippie da treta, só um bocadinho; não são o drone eterno da A Band ou dos Vibracathedral Orchestra, mas já o ouviram. São outra coisa qualquer, de estilo ainda por nomear, de conhecimento tanto plural quanto recente de tradições e não-tradições, turismo musical pancontinental, feito de interesse e fascínio por manifestações de expressão crua e inusitada. Manta Rota é constituído por elementos de Gala Drop, Caveira, The Vicious 5, Phoebus, Braço, Fish & Sheep e mais alguém que foi lá parar à procura de sensações efluvianas.

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battleDjset 23h30(Clube)
Nelsongomes&PedroGomes(Lx)
20abrilSexta
POWERPOPbyChicoferrão&ruiPimenta










19Abril(Quinta-feira)22h30Cinema/Auditório
Quantas curtas tem um filme?apresenta
Sessão de Curtas Metragens
Cemetery Polka Rua Das Sete Passadas O Visconde Cortado Ao Meio Ventile Za Sciana Ballet1 A Film About Us PHOTOMATON&VOX Cada um nasce com a sua estrelinha Fim

Concerto The Astroboy(auditório)
Dj set +1 (club)

Bilhetes 4€ para sessão de curtas e concerto
Sessão de Curtas Metragens (cinema/auditório)

Cemetery Polka de Miguel Marinheiro e Rafael Gonçalves (Portugal/animação/2’48’’/2006)

Uncle Vernon, Uncle Vernon independent as an hog on ice he' s a big shot down there at the slaughterhouse plays accordion for Mr. Weiss

Rua Das Sete Passadas de João Bento, Mónica Baptista, Miguel Marinheiro, José Vieira e Duarte Amorim (Portugal/ficção/9’10’’/2006)

Uma viagem pelos nossos quartos. (Criado no decorrer da oficina de 16mm da Alquimia do Cinema e orientado por Ricardo Leite)

O Visconde Cortado Ao Meio de José Ferreira (Portugal/animação/4’25’’/2005)

Quando a curiosidade divide alguém ao meio

Ventile de Duarte Amorim e Francisco Eduardo (Portugal/ficção/2’15’’/2006)

Está a chover. Tiro ou não tiro?

Za Sciana de Marta Pajek
(Polónia/animação/8’48’’/2005)

It is a story of a gentleman who lives quietly in the four walls of his small flat. Time passes him by unnoticed, until...

Ballet1 de Catarina Campos
(Portugal/experimental/2’22’’/2005)

O desenvolvimento deste projecto parte de uma desconstrução de um espectáculo, ele mesmo audiovisual, e explora a relação dinâmica entre o som e a imagem. A estrutura de vídeo pretende pontuar e acentuar momentos dramáticos, doseando a intensidade respectiva dos diversos elementos sonoros e visuais, e conjugando as suas possibilidades de expressão. Sons e imagens cruzam-se em sincronismo e dissonâncias, estabelecendo momentos de tensão e apagamento, reforçando-se mutuamente.

A Film Abut Us de Pedro Lino
(Portugal/animação/5’27’’/2005)

Um filme sobre nós.

PHOTOMATON & VOX de José Cardoso
(Portugal/experimental/2’37’’/2007)

A partir de um excerto do texto "photomaton e vox" (1979) de herberto helder.

Cada um nasce com a sua estrelinha de José Macedo, Duarte Amorim, Mariana Cruz e Ronaldo Fonseca (Portugal/ficção/2’59’’/2006).

Esta curta metragem foi criada no decorrer do concurso Fast Forward Film Fest em Braga, no qual sortiavam temas pelos participantes, estes teriam de criar e realizar uma curta metragem em menos de 21 horas. O tema dado para a realização deste filme foi “A Faca e o balão - Inclui uma faca e um balão como premissas do teu filme”.

Fim de Filipe Couto
(Portugal/ficção/3’58’’/2006)

Para onde dirigimos a inquietação que temos por não saber para onde vamos e quando vamos. Num lugar ou tempo em que algo termina, algo renasce.
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The Astroboy (concerto-auditório)





The Astroboy é a identidade utilizada por Luís Fernandes para criar as suas paisagens sonoras assentes em guitarras, sintetizadores, uma velha tr-606 e colagens várias. O seu som atmosférico e difuso bebe equitativamente do shoegaze, da electrónica e do drone. Lançou recentemente o seu album de estreia “A derrota da engrenagem” em formato cdr pela editora Lovers&Lollypops e pela netlabel Test Tube. Apresenta-se em concerto juntamente com Miguel Pedro, membro de várias bandas bracarenses entre elas Mão Morta e Mundo Cão. Como pano de fundo surgem videos concebidos, para cada uma das músicas, pelo atelier Bolos Quentes.


Video O computador ganha sempre The Astroboy

Video Resto eu, porquê? The Astroboy
Videos realizados por Bolos Quentes Atelier de Design
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+1(dj set-clube)

A dupla de dj’s +1 apresenta-se mais uma vez no Passos Manuel para vos presentear com a nova e a velha emoção.


















Estreia19Abril(quinta-feira)

21h30Auditório

TEATROPLÁSTICOapresentaEUNÃOdeSamuel Beckett

Ficha Técnica TEXTO NOT I AUTOR SAMUEL BECKETT TRADUÇÃO JOSÉ PAULO MOURA DIRECÇÃO FRANCISCO ALVES INTERPRETAÇÃO ROMI SOARES LUZ E SOM FLÁVIO FREITAS ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO CATARINA FALCÃO FOTOGRAFIA INÊS D’OREY PRODUÇÃO EXECUTIVA EUGÉNIA MIRANDA

TEATRO PLÁSTICO R. DR. BARBOSA DE CASTRO, 60 – 4º4050-090 PORTO TELF/FAX 222 088 948 teatro_plastico@sapo.pt

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Dias 20, 21, 24, 25, 26, 27, 28 de Abril, 01, 02, 03, 04, 05 de Maio

Bilhetes 5€

18abril(Quarta-feira)JaZZfortheJetSetbyluísMachado